Star Wars não é realístico. É fantasia. Até do ponto de vista comportamental.
Episódio I. Nave da rainha de Naboo presa em Tatooine. Temos um Jedi de 23 anos, várias handmaidens virgens adolescentes nubianas e um escravo de 9 anos. Em quem as moçoilas se interessam? No moleque de 9 anos. Não na celebridade interplanetária, guerreiro e pertencente a uma ordem monástica e celibatária, mas num nerd que gosta de montar coisas.
Vamos tentar reproduzir este exemplo para o mundo real. Imaginem que numa casa esteja um ator de Hollywood, várias estudantes de ensino médio, e um garotinho jogando GameCube. Em quem elas vão demonstrar interesse?
Nenhuma coisa deste filme, entretanto, supera o epísódio III. A estupidez contida nesta única frase desmonta qualquer mérito da trilogia.
"Apenas um Sith lida com absolutos".
Oh, não diga. Ele próprio fala cinco minutos depois que o Palpatine é mal. Absolutamente mal? Então o Obi Wan é um Sith.
Olha, o vizinho ali do 305 falou que ele absolutamente não gostou do show dos Rollings Stones. Deve ser um Sith.
Alias, se 2+2=4 é uma resposta absolutamente correta, a matemática pode ser considerada uma ciência Sith.
Tantos milhões de dólares em efeitos especiais, e tão pouco para revisão de roteiro. Ou talvez os funcionários estivessem absolutamente com medo de contrariar o diretor. OK, vou parar de falar sobre Star Wars.
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