terça-feira, 9 de dezembro de 2003





Excelentes artigos
publicado na Tech Central Station sobre quem,
afinal, vota nos republicanos
. O membro típico do partido republicano
é minoritário na população americana, mas existem
aqueles que, como o pessoal do South Park, acha os republicanos babacas, mas os democratas mais babacas ainda.

quinta-feira, 13 de novembro de 2003

Matrix Revolted

O episódio final da trilogia Matrix, que deixou muito em aberto,
tem gerado uma enorme polêmica sobre as possíveis interpretações
da série. Incluindo, é claro, quem afirma que não há
muito que entender devido à confusão e falta de lógica
reinantes. Incoerências à parte, cabe tentar compreender não
apenas o universo em si, mas da visão por traz dele. Arte é, afinal,
uma forma de expressão. Não importa, para o propósito deste
artigo, se Neo era um programa, uma máquina, ou se Zion era real, ou
essas discussões subjetivas sobre aspectos técnicos.


Desde o filme original podíamos notar que os humanos rebeldes matavam
sem dó nem piedade seus pares aprisionados na Matrix. A atitude é
explicada pela habilidade dos “agentes” de se materializar em qualquer
pessoa, mas a falta de remorso, não. Entretanto, podemos notar que houve
uma mudança fundamental no foco da série. O filme original era
sobre a luta da humanidade para libertar-se das máquinas. Os episódios
subseqüentes tratam da luta de Zion por sobrevivência dentro do contexto
de que a própria cidade é um mecanismo de controle das máquinas.
O objetivo não é mais se libertar das máquinas, mas encontrar
uma posição mais confortável dentro do sistema de escravidão.


Com o lançamento de Animatrix, em especial às duas partes
de “A segunda renascença”, que reconta como as máquinas
escravizaram a humanidade. Para alem do horror explícito, o que torna
essa narrativa perturbadora é o tom favorável as máquinas.
Essas seriam vítimas da vaidade e belicosidade humanas. Exiladas no local
berço da humanidade, fundam uma cidade (Zero-One, foneticamente
parecida com Zion, a cidade humana). Esgotadas as tentativas de convivência
pacífica, movidas apenas pelo desejo de auto-preservação,
as maquinas empreendem sua brutal campanha escravizar a humanidade.


O projeto de escurecer os céus e usar os seres humanos como baterias
é ilógico, fisicamente impossível e irracional sobre múltiplos
aspectos. Nem vale a pena discuti-los seriamente, nem é esse o objetivo
desse artigo. O que importa é que, no universo Matrix, inicialmente a
humanidade é culpada pelo conflito, e as máquinas são vítimas.
Essa visão vem balancear a postura do primeiro filme, claramente favorável
aos humanos escravizados por máquinas.


Em Matrix Reloaded, encontramos programas independentes, como o Merovingian
e sua esposa, Persephone. Esposa? Sim, programas de computador, no
Universo Matrix, amam, se casam, e tem filhos. Em Reloaded, a explicação
poderia ser de que, por terem sido programados para existir dentro do Matrix,
os programas deveriam emular reações e comportamentos humanos.
Revolutions desbanca essa teoria com os programas hindus, que, embora existam
fora do Matrix, também se amam, se casam, tem filhos, acreditam
em karma, e tem características étnicas totalmente desnecessárias
para softwares utilitários.


A mensagem de Matrix é bem clara. As máquinas são seres
vivos e possuem um valor intrínseco tão grande quanto os seres
humanos. E, afinal de contras, o que exatamente Neo está vendo em Revolutions?
Quando o agente Smith no corpo de Bane lhe deixa cego, Neo passa a ver o mundo
em vermelho. Será aquela a maneira que as máquinas vêem
a si mesmas? Não são impulsos elétricos nem sinais de equipamentos
eletrônicos, uma vez que Neo é incapaz de ver Logos, a nave na
qual se encontrava. Tampouco podia ver Trinity, tudo o que podia ver eram maquinas
vivas. Pode-se teorizar que a ligação de Neo com a fonte lhe permite
ver tudo o que era ligado a ela. Essa afirmação, contudo, não
é compatível com o próprio filme, no qual vemos o espectro
de uma Sentinela atravessa o corpo de Neo. Ora, as leis da física proíbem
que dois corpos ocupem ao mesmo tempo o mesmo lugar no espaço. Se aquela
sentinela não estava fisicamente ali, em que consistia aquele espectro?
Algo como a “alma” da máquina, assim como Neo conseguia ver
a “alma” de Smith, com óculos e tudo, no corpo de Bane?


Coerentemente, Neo, ao contrário do esperado pela platéia, não
busca salvar a humanidade da escravização das máquinas
ao final do filme. Ele vem para estabelecer uma paz, mesmo que temporária,
entre ambos. Neo salvou tanto as máquinas quanto os humanos do programa
Smith através de seu auto-sacrifício. Afirmar que o universo Matrix
equipara homens e maquinas chega a ser uma interpretação favorável,
já que a superioridade dessas últimas é defendida pelo
Smith e pelo Arquiteto.


A estética dos excluídos


Matrix faz amplo uso da estética dos excluídos e perseguidos.
Em Animatrix, as máquinas são perseguidas por humanos
malvados e se exilam. Em Matrix, o processo se inverte. Provavelmente
que em esse motivo que em Zion a população inteira, até
mesmo o conselho, veste-se em trapos como mendigos. Ora, uma sociedade capaz
de produzir enormes robôs e naves de combate não consegue fabricar
roupas limpas? Trata-se de um fashion statement.


Religião e Filosofia


Abundam em Matrix referencias religiosas de cristianismo, budismo, gnosticismo,
e muitas outras religiões. Mesmo usando simbologia religiosa, não
existe nenhuma forma real de transcendência em Matrix. Filosoficamente,
Matrix pega pesado no existencialismo e na busca de propósito, mas não
chega a explorar o tema ou à alguma conclusão. Toda o debate dos
personagens sobre livre arbítrio tornar-se estéril quando determinismo
impera. Existe também uma certa dose de niilismo descarado. Mas o ponto
principal é o aspecto desumanizante de Matrix. Os seres humanos não
são pouco melhores que máquinas ou programas de computador. Tornam-se
até objetos de uso destes.


O filme resolve-se com a paz entre humanos e máquinas, não com
a libertação humana de seus opressores. O arquiteto não
afirma que todos os seres humanos serão libertados, mas apenas aqueles
que desejam sair. Como esse desejo é condicionado à consciência
de que a Matrix existe, e esta consciência é restrita a uma minoria
que rejeita a programação, trata-se de fração restrita
da população. Aos poucos que vivem em Zion será permitido
co-existir pacificamente com as máquinas, vivendo embaixo da terra, com
toda a superfície da terra sob o poder das máquinas. Uma paz,
diga-se de passagem, de termos e duração desconhecidos. Aos outros,
resta a confortável escravidão.

quarta-feira, 29 de outubro de 2003

Bastiat, esse desconhecido

Poucas pessoas no Brasil conhecem esse jurista e economista francês.
Frédéric Bastiat (1801-1850) é largamente ignorado até
mesmo em seu país natal, é reconhecido como autor de prestígio
em outros países, em especial nos Estados Unidos. Deveria ser surpreendente
que um intelectual desse calibre seja ignorado na França, mas podemos
dizer que é esse o caso?


Felizmente, existe uma grande quantidade de suas obras disponíveis na
Internet em Inglês aqui
e em Inglês e Francês em bastiat.org.
Fica aqui um trecho para dar o gosto do escritor.


"My attitude toward all other persons is well illustrated by this
story from a celebrated traveler: He arrived one day in the midst of a tribe
of savages, where a child had just been born. A crowd of soothsayers, magicians,
and quacks—armed with rings, hooks, and cords—surrounded it. One
said: "This child will never smell the perfume of a peace-pipe unless I
stretch his nostrils." Another said: "He will never be able to hear
unless I draw his ear-lobes down to his shoulders." A third said: "He
will never see the sunshine unless I slant his eyes." Another said: "He
will never stand upright unless I bend his legs." A fifth said: "He
will never learn to think unless I flatten his skull."



"Stop," cried the traveler. "What God does is well done. Do not
claim to know more than He. God has given organs to this frail creature; let
them develop and grow strong by exercise, use, experience, and liberty."




God has given to men all that is necessary for them to accomplish their
destinies. He has provided a social form as well as a human form. And these
social organs of persons are so constituted that they will develop themselves
harmoniously in the clean air of liberty. Away, then, with quacks and organizers!
A way with their rings, chains, hooks, and pincers! Away with their artificial
systems! Away with the whims of governmental administrators, their socialized
projects, their centralization, their tariffs, their government schools, their
state religions, their free credit, their bank monopolies, their regulations,
their restrictions, their equalization by taxation, and their pious moralizations!




And now that the legislators and do-gooders have so futilely inflicted so many
systems upon society, may they finally end where they should have begun: May
they reject all systems, and try liberty; for liberty is an acknowledgment of
faith in God and His works."
(Bastiat, Frédéric
- The Law, Translated by Dean Russell, Second Edition)

quinta-feira, 23 de outubro de 2003

Teatro é cultura

Me foi dito que "Teatro no Brasil é Cinema Nacional ao Vivo"


Pois bem, minha namorada me chamou para ver uma peça. Eu devia ter perguntado
se tinha homem vestido de mulher. É claro que tinha.


Porque brasileiro gosta tanto disso? Até na TV, no seriado “Sexo
Frágil”
, que veio substituir “Os Normais”,
(Sim, eu ainda assisto um pouco de Globo de vez em quando) tem um bando de marmanjo
vestido de mulher. Que coisa! Tudo bem que era assim na Grécia Antiga,
na Londres de Shakspeare e na ópera Japonesa, mas precisa ser assim no
Brasil?


Não estou dizendo que seja misógino, gay, ou nada assim –
só desnecessário, e um pouco chato. Precisa mesmo?


Spock!


Hoje o Jô Soares entrevistou o Leonard Nimoy. Viram, televisão
aberta não é o fim do mundo.

sexta-feira, 17 de outubro de 2003

King Kong vs Godzilla




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Continuando a série de duelos, tive a oportunidade de assitir a está
pérola
no canal “Film&Arts”. Sim, o clássico do cinema de monstro
japonês de 1962, trash que só ele.


Você sabia... Que os japoneses chamam o Godzilla de “Gojira”?
Pois é, o nome oficial do filme é “Kingukongu
tai Gojira”
. Fascinante.


Supaidâman


É assim que se fala Spider-Man
em japonês
. É sério! Depois dessa alguém duvida
da comicidade de certos nomes em japonês? Agora, olhem que maravilha a
sinopse:


“To fight against the evil Iron Cross Army, led by the space emperor
Professor Monster, a daredevil motorcyclist transforms into the famous Marvel
Superhero, with a racecar and giant transforming robot at his disposal.”


quinta-feira, 18 de setembro de 2003

GI Joe vs Transformers

Essa é para quem gosta de remakes
dos "clássicos".

quarta-feira, 27 de agosto de 2003

A little logic

Meus caros leitores, aqui vai um jogo
de lógica
bem divertido para vocês, aparentemente usado em
dinâmicas de grupo de empresas japonesas. O objetivo levar todas as pessoas
até o outro lado do rio. O jogo tem umas regras estranhas:

- O pai não pode ficar sozinho com as filhas.

- A mãe não pode ficar sozinha com os filhos.

- O bandido (camisa listrada) não pode ficar sozinho com ninguém
da família.

- Somente o pai, a mãe e o policial sabem dirigir o barco.

Até que não é tão difícil quanto parece.
Se alguém precisar, aqui está uma solução.

segunda-feira, 25 de agosto de 2003

"The Shadow mocks, it cannot make"


Interessante artigo
sobre os aspectos religiosos do trabalho de Tolkien, que explora os aspectos
religiosos e católicos da riquíssima obra da trilogia “Senhor
dos Anéis”. Contém spoilers.

segunda-feira, 18 de agosto de 2003

Nietzsche in the city


"O Socialismo é o fantasioso irmão mais jovem do quase
decrépito despotismo, o qual quer herdar. Suas aspirações
são, portanto, no pleno sentido mais profundo, reacionárias. Pois
ele deseja uma plenitude de Poder estatal como só a teve alguma vez o
despotismo, e até supera todo o passado por aspirar ao aniquilamento
formal do indivíduo
: o qual lhe parece como um injustificado luxo
da natureza e deve ser melhorado e transformado por ele em um 'órgão
da comunidade' adequado a seus fins.


Devido a sua afinidade, o Socialismo sempre aparece na vizinhança
de toda excessiva manifestação de Poder
, como o antigo socialista
típico, Platão, na corte do tirano siciliano: ele deseja (e em
algumas circunstâncias promove) o estado ditatorial Cesário deste
século, por que, como foi dito, quer ser seu herdeiro. Mas mesmo essa
herança não bastaria para seus objetivos, ele precisa da mais
servil submissão de todos os cidadãos ao Estado absoluto
,
como nunca existiu nada igual; e como nem sequer pode contar mais com a antiga
piedade religiosa ante o Estado, tendo, queira ou não, que trabalhar
incessantemente por sua eliminação -pois trabalha para a eliminação
de todos os Estados existentes -, não pode ter esperança de existir
a não ser por curtos períodos, aqui e ali, mediante terrorismo
extremo. Por isso ele se prepara secretamente para governos de terror, e
empurra a palavra "justiça" como um prego na cabeça
das massas semicultas
, para despoja-las completamente de sua compreensão
e criar nelas uma boa consciência para o jogo perverso que deverão
jogar." (grifamos) NIETZSCHE, FRIEDRICH W., Humano, Demasiadamente Humano, Compania
das Letras, 2000em>.


Muitíssimo interessante trecho do livro "Humano, demasiadamente
humano
" de Nietzsche, publicado em 1878. O texto é de relativamente
fácil interpretração, leia a ele, não a este comentário.
Mas caso deseje aventurar-se, trata-se de uma obra quase profética das
atrocidades totalitárias cometidas em nome do "bem comum" por
ditaduras socialistas. E quanto ao uso da palavra "justiça"
para empurrar sua ambição pelo poder absoluto goela abaixo das
massas, não deve ser difícil perceber a desenvoltura com que tal
ardil ainda é utilizado.

Observação


A música clássica é a mais nobre forma de música,
superior às demais.


Protestos nus


Pode alguém protestar pelado? Tirar a roupa é uma forma legítima
de protesto? Uns dizem que sim
(link dinâmico), outros que não.



Bigger is better?


Você é geek? Debate com seus amigos qual nave é maior,
a do "Guerra nas Estrelas" ou o "Jornada nas Estrelas"?
Suas discussões ficam sem solução porque ninguém
acha o manual prático da federação?


Seus problemas acabaram!
O site "Starship Dimentions"
compara o tamanho de naves espaciais de vários universos diferentes de
ficção científica.

segunda-feira, 11 de agosto de 2003

Matrix Étinica


Quem assistiu “O
último vôo do Osíris
” (Last Flight of the
Osíris
, Animatrix,
2003) pode ter notado algo interessante. O casal protagonista é de um
homem de etnia negra, e uma mulher de etnia asiática. Alguns estudos
indicam que, pelos padrões estéticos internacionais atualmente
em voga, o homem negro e a mulher asiática estão bem colocados.
Existe um estudo sobre o “gender gap” nos EUA, ou seja,
da diferença proporcional de casamentos enter pessoas de etnias diferentes.
Existe uma discussão razoavelmente ampla nos EUA sobre as dificuldades
de mulheres negras de encontrar parceiros, similar à menos conhecida
situação dos homens asiáticos. O estudo indica que as mulheres
negras dos EUA afirmam que os solteirões negros mais cobiçados
acabam casando-se com mulheres brancas.


Seria então “O último vôo do Osíris”
um reflexo dessa tendência? Será que as pessoas gostariam igualmente
do filme caso os protagonistas fossem um homem asiático e uma mulher
negra?


É uma pergunta complicada. Mas pelo menos a Niobe não tem esse
problema, já que dois dos solteirões mais cobiçados de
Zion, o Morpeus e o Capitão Ballard, estão afim dela. Mas vocês
acreditam que tem quem ache isso um problema?
Se Neo e Matrix tem um relacionamento bom, porque o Morpheus tem que viver um
relacionamento problemático com o triangulo amoroso?? Tem gente que esquece
da Persephone, ou não viu Animatrix.

sexta-feira, 8 de agosto de 2003

Consumo



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Babylon 5 foi uma das melhores series da TV. É aquela mesma que parece
uma cópia estranha do Star Trek, com uns cabeças de osso. Isso
mesmo, passava na Warner e você sempre pulava de canal. Eu mesmo achava
que não devia ser grande coisa. Mas era uma série excelente que
durou 5 temporadas e que vale a pena conferir. A ficção científica
não é o tema principal, mas apenas serve como pano de fundo para
grandes questões. A série esta sendo lançada em DVD nos
EUA, mas, por enquanto, não vai ser lançada aqui. Na amzon.com
o pacote com as 3 primeiras temporadas, de custa $215.99, e uma temporada sozinha
custa $74.99 e vem com 6 DVDs.

A dança do flash


Entre as múltiplas opções de tecnologia interativa, porque
não uma bunda?
O nu pode ser artístico? Se dança é arte, uma bunda
de mulher pelada dançando
é arte também? No Brasil,
possivelmente, embora, notavelmente, o referido traseiro dançante seja,
no que parece, estrangeiro. Mas qual o porquê do interesse por mulheres nuas?

quinta-feira, 31 de julho de 2003

Diálogo e Cuba Libre


"A globalização é maligna!
Brasil sim, ALCA não! ALÇA é anexação! Comércio
internacional é espoliação!"


"Por isso que Cuba, que não tem comércio com os EUA, é
um país riquíssimo?"

"Não, mas porque luta contra o imperialismo
ianque. Cuba é um país miserável por causa do perverso
embargo americano!"


"Mas o embargo não é a ausência de comércio?"

"Sim!"

"Mas se fazer comércio com os EUA é ruim porque eles são
imperialistas e ladrões, porque reclamar do Embargo?"

"Cuba é um paraíso! Olha os indicadores
sociais!"


"Se é um paraíso, por que quase um terço da população
fugiu do país, sob risco de vida, e o restante vive encarcerado e patrulhado?"

"Porque antes era uma ditadura brutal!"

"Mas antes da revolução, existiam três ou quatro presídios
em cuba. Agora, são centenas!"

"É que o país está cheio de
agentes do imperialismo! Aos milhares!"


"Eleições livres, nem pensar né?"

"Democracia para quê? Eles já são
socialistas!"

Muy Ministro


Caminha pela rua. De repente, surge um assaltante. O segurança finge
ignorar, olhando para o lado, assobiando... O assaltante começa a agredi-lo
fisicamente com tapas e pontapés. Grita por socorro:


"Ei, me ajuda, estou sendo atacado!"

"Não está não, e, alem de tudo, ele é meu amigo..."


Em
outras notícias...


"O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, negou nesta
quarta-feira que o governo federal esteja devendo uma resposta firme às
invasões promovidas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Em entrevista
ao programa "Bom Dia Brasil" da Rede Globo, Bastos afirmou que o Brasil
tem um estado democrático que reconhece a existência de uma causa
social, mas que não se trata de 'caso de polícia' "


(matéria dica do Aristocrata)


Nota


O objetivo desse site, obviamente, não era comentar sobre política
e assuntos toscos como estes.